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domingo, 24 de maio de 2015

Azul e Embraer Assinam Pedido Firme Para Até 50 E-Jets E2


A Embraer S.A. e a Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A. chegaram a um acordo final para a venda firme de 30 jatos E195-E2. O contrato, anunciado como Carta de Intenções (Letter of Intent - LOI) durante a edição 2014 da Feira Internacional de Farnborough, em julho do ano passado, também contempla direitos de compra para 20 jatos adicionais do mesmo modelo, elevando o potencial da encomenda total para até 50 aviões E195-E2.

“Em nome dos 19 mil funcionários da Embraer, agradeço à Azul por nos ter escolhido, uma vez mais, a participar do desenvolvimento da empresa, que nasceu e cresceu com o E-Jets no mercado brasileiro”, diz Paulo César Silva, Presidente & CEO, Embraer Aviação Comercial. “Este novo contrato é uma demonstração de confiança no programa dos E-Jets E2, que segue a trilha de sucesso comercial da geração atual. Por isso continuamos investindo para atender à demanda das companhias aéreas por uma geração de aeronaves ainda mais eficientes.” 

O contrato para os E-Jets E2 tem valor estimado de USD 3,2 bilhões pelo atual preço de lista da Embraer, caso todos os direitos de compra também sejam excercidos. Os pedidos firmes serão adicionados à carteira de pedidos (backlog) da Embraer do segundo trimestre de 2015. A primeira entrega está prevista para o segundo trimestre de 2020. 

“A parceria com a Embraer, desde a fundação da Azul, foi decisiva para consolidarmos nosso plano de negócios e assim crescer no mercado de aviação doméstico. Ao escolher aviões construídos e desenvolvidos no País, a Azul contribui para a manutenção e geração de empregos, assim como para o desenvolvimento da economia brasileira”, afirma David Neeleman, CEO da Azul. “O E2 será o avião mais avançado em sua categoria, conferindo uma economia de combustível acima de 20% em relação ao atual modelo. Isso será fundamental para mantermos nossas tarifas competitivas e crescermos no mercado doméstico.”

Atualmente, a companhia aérea brasileira tem um total de 82 E-Jets em operação e mais seis pedidos em carteira. A empresa opera a maior frota de jatos E195 no mundo. Com esta encomenda da Azul, o backlog dos E-Jets E2 alcança 242 pedidos firmes, além de 348 opções e direitos de compra. 

A primeira entrega de um E-Jet E2 (o E190-E2) está prevista para o primeiro semestre de 2018. O E195-E2 está programado para entrar em serviço em 2019 e o E175-E2, em 2020. O programa E-Jets E2 reforça o comprometimento da Embraer em investir continuamente na linha de jatos comerciais da Empresa e manter sua liderança de mercado no segmento de 70 a 130 assentos. Os E-Jets E2 da Embraer terão motores de última geração de alto desempenho da Pratt & Whitney PurePowerTM Geared Turbofan (PW1700G no E175-E2 e PW1900G no E190-E2 e E195-E2) que, em conjunto com novas asas aerodinamicamente avançadas, controles de voo totalmente fly-by-wire e avanços em outros sistemas, resultarão em melhorias significativas no consumo de combustível, custos de manutenção, emissões e ruído externo.



Fonte: Embraer

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Air Costa da India Fecha Pedido de 50 Embraer E-Jets E2

A Embraer S.A. assinou um acordo definitivo com a Air Costa, da Índia, para um pedido firme de 50 E-Jets E2s, com direitos de compra para aquisição de outras 50 aeronaves. A aquisição é uma combinação de 25 E190-E2 e 25 E195-E2 e tem um valor estimado de USD 2,94 bilhões, com base nos preços de lista de 2014. Os direitos de compra são para outros 25 E190-E2 e 25 E195-E2, elevando o potencial total do pedido para até 100 aeronaves, podendo atingir USD 5,88 bilhões, se todos forem exercidos. Esta transação eleva o total de pedidos de E-Jets E2 para 200 firmes e 200 opções e/ou direitos de compra desde o lançamento do programa E2, em junho de 2013.

A Air Costa se torna assim o primeiro cliente dos E-Jets E2 no mercado indiano e receberá o E190-E2 em 2018. O E195-E2 está programado para entrar em serviço em 2019. Atualmente, a companhia aérea, com base na cidade de Vijayawada, do estado de Andhra Pradesh, voa quatro E-Jets, sendo dois E170 e dois E190.
“Os E-Jets já provaram sua capacidade de estimular o tráfego e manter a rentabilidade das companhias aéreas, proporcionando ao mesmo tempo transporte aéreo acessível e confortável para as pessoas em mercados emergentes como Brasil e China. Vejo o mercado indiano se desenvolvendo de forma semelhante com a atual geração de E-Jets e, claro, os E2. Parabenizo a Air Costa por sua visão em aproveitar a oportunidade de criar uma maior conectividade na Índia e estamos gratos pela confiança da companhia aérea na Embraer”, disse Paulo Cesar Silva, Presidente & CEO, Embraer Aviação Comercial.
A Air Costa conecta cidades no sul da Índia como Bangalore, Chennai, Hyderabad e Vijayawada, bem como importantes cidades menores no norte e no noroeste do país. A companhia aérea planeja ligar mercados pouco atendidos, com mais voos diretos, aumentando freqüências e rotas, servindo assim às crescentes áreas metropolitanas, bem como importantes centros de negócios secundários e terciários.
Ramesh Lingamaneni, Diretor-Executivo do Grupo LEPL e Presidente da Air Costa, observou que “os serviços aéreos regionais têm um enorme potencial na Índia, especialmente conectando grandes centros, cidades secundárias e terciárias. Nossa experiência inicial com nossos atuais E-Jets tem sido muito positiva. Nossos passageiros têm elogiado a aeronave pelo conforto e conveniência de viagens ponto-a-ponto. Os jatos E2 nos darão a capacidade adequada de assentos para atender a mercados-alvos futuros com custos unitários que são muito competitivos em relação a aeronaves de corredor único re-motorizadas.”
Os E2 da Air Costa contarão com um novo design de cabine, elevando ainda mais os padrões de conforto e espaço pessoal. O E190-E2 será configurado com 98 assentos em duas classes de serviço, com seis assentos na primeira classe, enquanto o E195-E2 terá 118 assentos, sendo 12 na primeira classe.
Com os E-Jets E2, a Embraer demonstra o compromisso com a melhoria contínua de sua linha de jatos comerciais e a manutenção da liderança no segmento de aviões a jato de 70 a 130 assentos. Os três novos aviões (E175-E2, E190-E2 e E195-E2) têm motores de última geração da Pratt & Whitney, novas asas aerodinamicamente avançadas, controles de voo totalmente fly-by-wire e avanços em outros sistemas que resultarão em melhorias de dois dígitos no consumo de combustível, custos de manutenção, emissões e ruído externo em comparação à atual geração de E-Jets.
Sobre a Air Costa
A Air Costa faz parte do Grupo LEPL, uma entidade diversificada com interesses na promoção imobiliária e no desenvolvimento de infraestruturas e nos setores comerciais, residenciais, de educação, alimentação e saúde. A companhia aérea iniciou serviços regulares em outubro de 2013 e opera os E-Jets da Embraer para cidades centrais e secundárias da Índia como Vijayawada, Jaipur, Bangalore, Ahmedabad, Hyderabad e Chennai. Serviços futuros vão incluir as cidades de Goa, Pune, Madurai e Vizag. Para mais informações, visite www.aircosta.in.
Sobre os E-Jets E2
Em 2013, a Embraer lançou os E-Jets E2, a segunda geração da família de E-Jets de aviões comerciais composta de três novos aviões – E175-E2, E190-E2, E195-E2 – no segmento de 70 a 130 passageiros. O E190-E2 deverá entrar em serviço no primeiro semestre de 2018. O E195-E2 está programado para entrar em serviço em 2019 e o E175-E2, em 2020. Para mais informações sobre os E-Jets E2 visite www.embraercommercialaviation.com/E2.


Fonte: Poder Aéreo

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Avianca Negocia Compra de 50 Novas Aeronaves

A Avianca Brasil, a companhia aérea de capital fechado que oferece comida grátis, está negociando com fabricantes de aviões de fora do Brasil e com a fabricante local Embraer uma compra de até 50 jatos regionais.
As negociações também envolvem modelos da Bombardier, Mitsubishi Aircraft e Sukhoi, disse José Efromovich, o executivo-chefe da Avianca, que anteriormente havia dado a conhecer conversações com a Embraer, com sede em São José dos Campos, Brasil. Em relação à Embraer, o interesse recai sobre os novos modelos E2, com entrega prevista a partir de 2018.

E-jets E2 da Fabricante Brasileira Embraer 
A Avianca Brasil pretende renovar a frota diante de incentivos do governo para estimular voos para cidades remotas do Brasil. Isso cria uma abertura para as fabricantes de aviões, porque a companhia aérea está avaliando a possibilidade de comprar jatos novos e substituir o modelo A318 do Airbus Group NV.
“Nós temos que substituir 15 ATRs e poderemos precisar de até 50 novos aviões”, disse Efromovich em entrevista ontem, em São Paulo. “Vai depender do programa de aviação regional do governo”.

                                
A possibilidade de comprar modelos de outras empresas além da Embraer daria à Avianca Brasil mais opções na escolha de aviões para voos de curta distância. A Mitsubishi, do Japão, e a Sukhoi, da Rússia, são operadores recentes no mercado de jatos regionais iniciado na década de 1990 pela Embraer e pela Bombardier, com sede em Montreal.
Opções regionais
Os reguladores esperam promover a criação de novas companhias aéreas ou de unidades regionais nas companhias existentes para chegar a áreas insuficientemente atendidas, disse o Ministro da Aviação Civil, Wellington Moreira Franco, em entrevista no dia 29 de janeiro. Moreira Franco disse que seria um “grande estímulo” para a Embraer, mas a Avianca Brasil também poderia se beneficiar.
“Poderíamos abrir uma subsidiária regional ou criar uma companhia totalmente nova, ou até mesmo fazer um acordo com uma companhia aérea existente para o programa regional”, disse Efromovich. “Estamos abertos a todas as opções”.
A Avianca Brasil tornou-se conhecida por oferecer refeições, entretenimento e assentos mais espaçosos sem custos nos seus aviões, que têm apenas classe econômica. Ela é a quarta maior companhia aérea do Brasil por valor de mercado, segundo dados compilados pela ANAC, a Agência Nacional de Aviação Civil.
Os lucros da empresa antes de juros, impostos, depreciação e amortização foram de quase 5 por cento em 2013, disse Efromovich. Ele disse que foi o primeiro Ebitda positivo desde o começo dos esforços de recuperação em 2008 sob a gestão da Synergy Group Corp., dirigida por seu irmão, o investidor brasileiro Germán Efromovich.
A Avianca Brasil deve ser rentável neste ano, a menos que aconteçam eventos econômicos drásticos, disse José Efromovich.



Fonte: Exame