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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Boeing Lança 737 MAX 10


A Boeing oficializou o lançamento do 737 MAX 10 no primeiro dia do Paris Air Show, que ocorre em Le Bourget. O modelo recebeu uma série de modificações com relação ao 737 MAX 9, incluindo uma seção extra da fuselagem, que alongou a cabine de passageiros em 167 centímetros, asas com alguns refinamentos aerodinâmicos, trem de pouso mais alto, uma porta de emergência central nova, além da possibilidade de acomodar até 230 passageiros.
Projetado para transportar 188 passageiros em duas classes, o 737 MAX 10 possui neste caso a mesma capacidade de transporte do Airbus A321neo, enquanto em classe única, a capacidade é ligeiramente menor. Porém, o modelo da Airbus possui alcance de 6.850 km, enquanto o MAX 10 terá alcance de 5.960 km. Mesmo com menor capacidade, a Boeing promete uma redução de combustível de 5% por assento em relação ao concorrente e mais de 20% em comparação com a geração atual do 737 Next Generation.
No primeiro via o MAX 10 registrou encomendas realizadas por 10 clientes, sendo 43 novos pedidos, 84 cartas de intenção e 164 conversões de pedidos. 



Fonte: Aeromagazine

terça-feira, 4 de abril de 2017

Embraer Entrega o Primeiro Phenom 100EV


A Embraer entregou o primeiro jato Phenom 100EV, no dia 31 de março, para um cliente não revelado dos Estados Unidos. A nova aeronave foi certificada pela ANAC, no Brasil e a americana FAA. Evolução do Phenom 100, que chegou ao mercado em 2008, a nova opção oferece um desempenho superior com novos equipamentos de voo e motores modificados.
“A chegada do Phenom 100 ao mercado em 2008 estabeleceu um novo padrão para a indústria, elevando as expectativas dos clientes a respeito de um jato executivo leve”, disse Michael Amalfitano, CEO da Embraer Aviação Executiva. “A evolução do nosso primeiro projeto totalmente dedicado para a aviação executiva reflete nosso comprometimento em ouvir os clientes para continuar oferecendo aeronaves revolucionárias e com mais valor para o mercado”.

A nova versão do Phenom 100 é equipada com suíte aviônica “Prodigy Touch”, que foi apresentada ao mercado pelo jato Phenom 300. Já os motores PW617F1-E da Pratt & Whitney, do Canadá, modificados, oferecem mais velocidade e desempenho superior, principalmente em operações em aeroportos localizados em grandes altitudes e elevadas temperaturas.
Phenom “alpinista”
Quanto maior a altitude, menor é a densidade do ar. Quando um avião decola ou pousa em um local alto, as condições de aceleração e controle da aeronave mudam em relação quando realizadas em média altitude ou ao nível do mar.
Os motores do Phenom 100EV, com 1.730 libras de empuxo, permite ao jato voar a velocidade de cruzeiro de 730 km/h e com até 15% mais empuxo em regiões com altas temperaturas e aeroportos localizados em grandes altitudes. Com essa modificação, a aeronave ganha em autonomia e velocidade de subida.
Segundo a Embraer, a nova versão do Phenom tem alcance de 2.182 km, com quatro passageiros e reservas de combustível.


Fonte: Airway.uol

domingo, 4 de dezembro de 2016

Air France Recebe Seu Primeiro Boeing 787

A Air France recebeu o seu Boeing 787 Dreamliner, que é também especial por ser o de número 500 desse modelo a sair da fábrica da Boeing. Para a Air France e seus consumidores, a nova aeronave oferece muitos benefícios, como WiFi a bordo, janelas aproximadamente 30% mais largas do que em aeronaves similares e o melhor da companhia francesa com as últimas cabines da classe Business (30 assentos), Premium Economy (21 assentos) e Economy (225 assentos).
Os assentos da Premium Economy são 2,5cm mais largo, com almofadas mais confortáveis e parte inferior do encosto reforçada, têm mais espaço para as pernas e aumento de 5cm entre a distância das poltronas. A estrutura de assentos é fixa, item popular ente os viajantes da companhia, que desfrutarão de melhor qualidade no sono com reclinação de 130° da poltrona, mais espaço entre assentos com apoio de braço 2,55cm mais largo e mesa que possibilita aos passageiros manter seus livros ou tablets retos.
Por ser um Dreamliner, o primeiro 787 da Air France tem ainda outras vantagens, alinhadas com preocupações globais envolvendo sustentabilidade. O consumo de combustíveis é reduzido em 20% comparado com modelos anteriores da aeronave e há uma redução significativa nas emissões de CO2 (aproximadamente 20%).

O avião, batizado de F-HRBA, chegou no dia 2 de dezembro em Paris-Charles de Gaulle e vai operar seu primeiro voo comercial entre o aeroporto e a cidade de Cairo, no Egito, no dia 9 de janeiro de 2017. Antes disso, para introduzir a nova aeronave aos seus consumidores, a Air France vai operar 4 voos especiais de boas-vindas nos dias 7 e 8 de janeiro de 2017 em Paris, com 2 horas e 30 minutos de duração. Os bilhetes serão comercializados a partir de dezembro para o mercado francês.
Fonte: Revista Flap

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Boeing Reduzirá a Produção do 747-8


A Boeing confirmou que a partir de março de 2016 vai reduzir a produção do 787-8, passando para 1.3 aeronaves por mês. O fabricante está ajustando a capacidade de produção devido a demanda ainda considerada baixa para o mais novo membro da família 747.
O modelo encontrou um mercado favorável no transporte de cargas, mas ainda assim longe do ideal para justificar o ritmo atual de produção. A expectativa de analistas é que nos próximos dois anos a frota de 747-400F comece a ser substituída por aeronaves mais modernas e com capacidade ligeiramente superior.
Alguns dos mais antigos 747F foram substituídos pelo 777F, a versão cargueira do Boeing 777-200LR, que oferece uma capacidade ligeiramente inferior, mas com custos melhores. A tendência é que alguns mercados vão exigir aeronaves mais modernas e com maior capacidade de carga.
O futuro do 747-8F ainda é incerto, mas a Boeing aposta na continuidade das vendas, muitas delas atreladas a aposentadoria de modelos mais antigos.


Fonte: Aeromagazine

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Boeing Fecha Contrato Com Aérea Russa Para Venda de 20 B747-8F


A fabricante norte-americana de aviões Boeing começou o terceiro dia do Paris Air Show com uma grande encomenda para jatos de carga 747-8F.

A empresa assinou um acordo com a companhia aérea russa Volga-Dnepr para adicionar até 20 novos cargueiros deste modelo para a frota da companhia aérea.


A preços de tabela, o negócio pode chegar a US$ 7,4 bilhões, disse a Boeing, apesar de os clientes normalmente receberem grandes descontos.


O compromisso é o mais recente sinal de recuperação no mercado de frete aéreo, que sofreu com a crise financeira de 2008 e a recessão global desde então.


Nesta semana, a Boeing recebeu encomendas da Taiwan EVA Airways, para cinco aviões de carga 777, e da Qatar Airways, para quatro dos aviões de carga.

A International Air Transport Association disse este mês que "houve um reforço do negócio de carga em 2014, que tem continuado até 2015". Um recorde de 54,2 milhões de toneladas métricas de carga deverão ser enviados por via aérea, informou.

A associação, no entanto, alertou que a indústria pode sofrer pressões sobre os preços e que um possível crescimento mais lento no comércio global pode prejudicar a demanda por aeronaves de carga.

Para a Boeing, a encomenda da Volga-Dnepr vai prolongar a vida do produto mais icônico da fabricante de aviões.

A demanda por maiores aviões de quatro motores, tanto em arranjo de carga e de passageiros, tem ficado muito atrás de jatos menores bimotores.

Apesar disso, a Boeing irá reduzir a produção do tipo 747 para uma média de 1,3 por mês neste ano, ou cerca de 15 a 16 por ano, uma queda de 1,5 mensal em relação ao ano passado.

Na semana passada, a fabricante reduziu sua previsão de mercado de 20 anos para os grandes aviões.

Companhias aéreas de passageiros e de carga só devem precisar de 540 dos maiores jatos, ante a previsão de 620 em 2014.




Fonte: Revista Aero Latina



terça-feira, 16 de junho de 2015

Embraer Inicia Montagem do Primeiro E-190-E2


Dois anos após o lançamento do programa, na feira de Le Bourget, em Paris, o primeiro dos E-Jets E2, um E190-E2, começa a ser montado na fábrica da Empresa em São José dos Campos A Embraer já recebeu os primeiros sub-conjuntos de fornecedores de vários países e a montagem do primeiro protótipo segue conforme planejado.

“É emocionante ver o E2 tomando forma com a grande quantidade de sub-conjuntos que chegam às nossas instalações em São José dos Campos, onde a montagem final começará nos próximos meses”, diz Luís Carlos Affonso, Vice-Presidente de Operações e COO da Embraer Aviação Comercial. 

Na planta da Embraer na cidade de Évora, em Portugal, os primeiros sub-conjuntos para as asas e a fuselagem central já estão prontos. Na Espanha, a Aernnova AEROSPACE S.A. termina a montagem da empenagem vertical - a empresa fornecerá também a empenagem horizontal. Na República Tcheca, a Latecoere finalizou as portas dos bagageiros, já enviadas ao Brasil, para instalação na aeronave. 

Nos Estados Unidos, a Triumph Aerostructures, também responsável pelo leme e o profundor, está montando as seções da central três e traseira da fuselagem – estes são os únicos grandes segmentos que não será fabricados pela Embraer.

No Brasil, na planta em Botucatu, a Embraer já produziu uma série de componentes para as asas, fuselagem central um e dois, além dos revestimentos da fuselagem dianteira – segmento que está em fase de montagem final em São José dos Campos. Todas estas estruturas terão um alto nível de automação nos estágios de fabricação. 

Selecionada para fornecer os trens de pouso da segunda geração de E-Jets, a Eleb, subsidiária integral da Embraer com 35 anos de experiência em projeto e manufatura de trens de pouso, finaliza os primeiros exemplares.

A frente de ensaios também segue acelerada. Na Unidade de Eugênio de Melo, as diferentes plataformas estáticas de testes (ou rigs, no termo em inglês) estão funcionado e permitindo à Embraer desenvolver sistemas como o fly-by-wire, cujas leis e códigos estão sendo desenvolvidos pela própria Empresa e o funcionamento integrado com outras estruturas da aeronave.

A primeira entrega de um E-Jet E2 (o E190-E2) está prevista para o primeiro semestre de 2018. O E195-E2 está programado para entrar em serviço em 2019 e o E175-E2, em 2020. O programa E-Jets E2 reforça o comprometimento da Embraer em investir continuamente na linha de jatos comerciais da Empresa e manter sua liderança de mercado no segmento de 70 a 130 assentos. Os E-Jets E2 da Embraer terão motores de última geração de alto desempenho da Pratt & Whitney PurePowerTM Geared Turbofan (PW1700G no E175-E2 e PW1900G no E190-E2 e E195-E2) que, em conjunto com novas asas aerodinamicamente avançadas, controles de voo totalmente fly-by-wire e avanços em outros sistemas, resultarão em melhorias significativas no consumo de combustível, custos de manutenção, emissões e ruído externo.



Fonte: Revista AeroLatina

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Delta Comprará Embraer E190 da Boeing


A companhia aérea Delta Air Lines comprará 20 aviões Embraer E190 que hoje são da Boeing e 40 novos 737-900ERs da fabricante norte-americana, após a ratificação de um acordo de trabalho envolvendo mais de 12 mil pilotos.

O acordo foi aprovado pelo Conselho Executivo da Delta na associação de pilotos de companhias aéreas e prevê aumento de salários dos pilotos, assim como revisão da distribuição de lucros da companhia aérea a partir de 2016.
No caso dos jatos Embraer, a Delta disse que adquirirá as aeronaves da fabricante brasileira atualmente em posse da Boeing e anteriormente operadas por outra empresa aérea.

Os E190s entrarão no serviço da Delta no quarto trimestre de 2016, disse a empresa em comunicado, acrescentando que os E190 serão empregados em rotas domésticas nos Estados Unidos.

''Estes 20 E190 são da frota da Air Canada e foram adquiridos pela Boeing como parte de pagamento por uma encomenda de aeronaves.
E ano que vem serão transferidos para a Delta’’.





Fonte: Poder Aéreo






terça-feira, 9 de junho de 2015

Etihad Airways Escolhe Phenom 100E


A Etihad Airways selecionou o Embraer Phenom 100E como aeronave de treinamento à jato para sua escola de pilotagem.
A Etihad Flight College, baseada em El Ain, conta também com opções de compra de outros três Phenom 100E. O preço de lista total para as sete aeronaves é de US$ 30milhões.
A antiga Horizon International Flight Academy, adquirida há cerca de um ano pela empresa árabe, opera atualmente 16 monomotores à pistões, sendo três Diamond DA42 e 13 Cessna 172.
A encomenda da Etihad vai incorporar um jato bimotor com aviônicos Garmin ao currículo de treinamento de 120 pilotos de origem árabe e pilotos internacionais que ingressam anualmente na escola de pilotagem.
“A tecnologia próxima de operações comerciais dos Phenom 100E, seu desempenho e confiabilidade, os tornam plataformas ideais de treinamento para preparar nossos cadetes para as operações em linhas aéreas” afirmou Richard Hill, chefe de operações da Etihad.
A Etihad recebeu autorização da Autoridade Geral da Aviação Civil dos Emirados Árabes Unidos para oferecer programas de treinamento para obtenção de licenças de piloto em tripulação múltipla.



Fonte: Revista Aeromagazine

terça-feira, 2 de junho de 2015

Aviação Executiva: Dassault apresenta o Falcon 5X


A Dassault Aviation realizou o roll out do Falcon 5X em suas instalações em Bordeaux-Mérignac. O avião foi apresentando diante de um público de 400 pessoas, formado por clientes, operadores da família Falcon, fornecedores e representantes das autoridades certificadoras.
O Falcon 5X foi lançado durante a edição de 2013 da NBAA (National Business Aviation Association Convention) com o objetivo de se tornar referência no segmento de longo alcance e cabine larga. “Os clientes já responderam à nova aeronave com entusiasmo e esperamos que ele [5X] se torne tão popular quanto o 7X” comentou Eric Trappier, presidente e CEO da Dassault Aviation.
O novo avião conta com alcance de 5,200 nm (9.630 km) o que permite voar sem escalas entre as principais cidades do mundo. O Falcon 5X possui desempenho que o torna capaz de operar na maioria dos aeroportos existentes. Com uma velocidade de aproximação de apenas 105 nós, faixa próxima de muitos turbo-hélices, o Falcon 5X possui uma performance praticamente única entre todos os aviões de cabine larga do mercado.
O projeto conta com um novo desenho de asa, com perfil ultra eficiente e sistema de controle de voo digital, similar ao existente nos caças Rafale, assim como uma suíte de aviônicos no estado da arte. A suíte EASy presente no Falcon 5X é uma evolução do projeto atual, que conta com novos recursos e melhor desempenho.
Os motores Snecma Silvercrest prometem oferecer um consumo até 15% menor, em relação aos atuais motores que equipam versões similares no mercado.  
O primeiro Falcon 5X teve seus sistemas ligados no último outono (hemisfério norte) e iniciou os ensaios em solo. Outras duas aeronaves estão envolvidas nos testes estáticos e de fadiga, enquanto os motores vêm sendo amplamente testados nos bancos de prova da Snecma.
A previsão da Dassault é que o primeiro voo ocorra quatro próximos meses.




Fonte: Aeromagzine

domingo, 24 de maio de 2015

Azul e Embraer Assinam Pedido Firme Para Até 50 E-Jets E2


A Embraer S.A. e a Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A. chegaram a um acordo final para a venda firme de 30 jatos E195-E2. O contrato, anunciado como Carta de Intenções (Letter of Intent - LOI) durante a edição 2014 da Feira Internacional de Farnborough, em julho do ano passado, também contempla direitos de compra para 20 jatos adicionais do mesmo modelo, elevando o potencial da encomenda total para até 50 aviões E195-E2.

“Em nome dos 19 mil funcionários da Embraer, agradeço à Azul por nos ter escolhido, uma vez mais, a participar do desenvolvimento da empresa, que nasceu e cresceu com o E-Jets no mercado brasileiro”, diz Paulo César Silva, Presidente & CEO, Embraer Aviação Comercial. “Este novo contrato é uma demonstração de confiança no programa dos E-Jets E2, que segue a trilha de sucesso comercial da geração atual. Por isso continuamos investindo para atender à demanda das companhias aéreas por uma geração de aeronaves ainda mais eficientes.” 

O contrato para os E-Jets E2 tem valor estimado de USD 3,2 bilhões pelo atual preço de lista da Embraer, caso todos os direitos de compra também sejam excercidos. Os pedidos firmes serão adicionados à carteira de pedidos (backlog) da Embraer do segundo trimestre de 2015. A primeira entrega está prevista para o segundo trimestre de 2020. 

“A parceria com a Embraer, desde a fundação da Azul, foi decisiva para consolidarmos nosso plano de negócios e assim crescer no mercado de aviação doméstico. Ao escolher aviões construídos e desenvolvidos no País, a Azul contribui para a manutenção e geração de empregos, assim como para o desenvolvimento da economia brasileira”, afirma David Neeleman, CEO da Azul. “O E2 será o avião mais avançado em sua categoria, conferindo uma economia de combustível acima de 20% em relação ao atual modelo. Isso será fundamental para mantermos nossas tarifas competitivas e crescermos no mercado doméstico.”

Atualmente, a companhia aérea brasileira tem um total de 82 E-Jets em operação e mais seis pedidos em carteira. A empresa opera a maior frota de jatos E195 no mundo. Com esta encomenda da Azul, o backlog dos E-Jets E2 alcança 242 pedidos firmes, além de 348 opções e direitos de compra. 

A primeira entrega de um E-Jet E2 (o E190-E2) está prevista para o primeiro semestre de 2018. O E195-E2 está programado para entrar em serviço em 2019 e o E175-E2, em 2020. O programa E-Jets E2 reforça o comprometimento da Embraer em investir continuamente na linha de jatos comerciais da Empresa e manter sua liderança de mercado no segmento de 70 a 130 assentos. Os E-Jets E2 da Embraer terão motores de última geração de alto desempenho da Pratt & Whitney PurePowerTM Geared Turbofan (PW1700G no E175-E2 e PW1900G no E190-E2 e E195-E2) que, em conjunto com novas asas aerodinamicamente avançadas, controles de voo totalmente fly-by-wire e avanços em outros sistemas, resultarão em melhorias significativas no consumo de combustível, custos de manutenção, emissões e ruído externo.



Fonte: Embraer

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Novo Winglet é Certificado Para o Boeing BBJ


A Aviation Partners Boeing anunciou que FAA (Federal Aviation Administration) concedeu o certificado de tipo suplementar para o emprego do SSW (Split Scimitar Winglet) para os atuais BBJ e demais 737-700 em uso.
O novo winglet desenvolvido para o programa Boeing 737 MAX se diferente dos atuais blended winglet utilizados amplamente na família 737 NG, por seus refinamentos aerodinâmicos, que contribuem para uma redução entre 2,2% e 3% no consumo de combustível. Com isso, muitos operadores podem remover o oitavo tanque ventral, que além de reduzir o peso, permite aumentar a capacidade do avião, mesmo carregando menos combustível. Mesmo sem o oitavo tanque o alcance é ampliado em até 200 nm com o uso do SSW. O novo winglet se difere visualmente dos demais blended winglet por contar com duas aletas aerodinâmicas, além de um perfil mais acentuado e maior comprimento.
O novo dispositivo pode ser instalado em qualquer Boeing 737 NG, exigindo apenas algumas modificações estruturais, como reforço do ponto de fixação, incluindo um lastro de 54 kg e calibração do aileron. Segundo a Boeing, o peso total do conjunto é de 98 kg.
Atualmente a Aviation Partners Boeing possui encomendas para mais de 1.700 aeronaves, incluindo modelos 737 NG, BBJ, BBJ2, BBJ3 e versões executivas do Boeing 757 e 767. Recentemente um BBJ da Washington Corporation (N162WC) se tornou o primeiro Boeing 737-700IGW a ser equipado com o novo dispositivo aerodinâmico.



Fonte: Aeromagazine

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Boeing Reduz Prejuízo do 787 Dreamliner


O controle de custos do Boeing 787 Dreamliner mostrou alguma melhoria unitária no primeiro trimestre de 2015, mas analistas afirmam que o programa ainda está longe do break-even (ponto de equilíbrio).
Se forem computados custos fixos de produção, ferramental não amortizado, entre outros, a perda por cada um dos 787 entregues no primeiro trimestre foi de US$ 30 milhões (considerando o valor de tabela). O que representa uma queda de 11% quando comparada ao prejuízo unitário de US$ 34 milhões registrado em cada uma das 35 aeronaves entregues no quarto trimestre de 2014.
Após enfrentar uma série de problemas no desenvolvimento do 787-8, a Boeing ainda planeja atingir o break-even unitário até o final do ano. O programa deverá se tornar rentável com a chegada do 787-10 e com o aumento no ritmo de entrega dos 787-9.



Fonte: Aeromagzine

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Airbus e Avianca Formalizam Pedido Para o Airbus A320neo


A assinatura do MoU (Memorando de Entendimento) em fevereiro, a Avianca assinou um acordo de compra de 100 aeronaves da família A320neo, o maior pedido já feito por uma única companhia aérea na história da aviação da América Latina.
O contrato tornará a Avianca uma das empresas com a frota mais nova da região, a companhia pretende substituir os aviões que operam atualmente a partir de seus hubs em Bogotá, Lima e São Salvador. Por ora, o grupo Synergy, não confirma se parte das encomendas poderão ser repassadas a unidade brasileira da Avianca.
A parceria entre a Airbus e o grupo Avianca ganhou impulso em 1998, quando a TACA (hoje parte da Avianca), a LAN e a TAM fizeram um pedido conjunto de 90 aeronaves da família A320, na ocasião o maior contrato conjunto já assinado na história da aviação comercial da América Latina.
Atualmente a família A320neo conta com 345 pedidos na América Latina, realizado por seis empresas aéreas (Avianca, Azul, Interjet, LATAM Airlines Group, VivaAerobus e Volaris).


Fonte: Aeromagazine

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Pilotos do IPEV Trocam Xavante Por Super Tucano A-29


Ao invés do estrondo da turbina do AT-26 Xavante rasgando o céu de São José dos Campos a baixa altitude, a discrição do motor turboélice do A-29 Super Tucano. Após a aposentadoria em 2013 do primeiro caça fabricado pela Embraer, o Super Tucano foi escolhido para ser o substituto em parte das missões de formação dos pilotos e engenheiros de prova do IPEV (Instituto de Pesquisas e Ensaios em Voo).

Elite da Força Aérea Brasileira, estes profissionais passam por um curso intensivo de um ano de duração. O funil é estreito e poucos podem ostentar os codinomes de “prova” (piloto) ou “coringa” (engenheiro). Desde 1987, foram formados 104 “provas” e 76 “coringas”. Os cursos são realizados a cada dois anos no Ipev, localizado no DCTA (Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial) em São José.

Turma. Uma nova turma, composta por três pilotos e dois engenheiros, começou a ser formada este ano. Ao longo dos próximos meses, os pilotos serão submetidos a uma maratona que inclui voos em 15 tipos diferentes de aeronaves. Aos engenheiros, cabe estudos dos sistemas destes equipamentos. Além das aeronaves de asa fixa, helicópteros também fazem parte da rotina de treinamentos. Para isto, o Ipev utiliza um Black Hawk.

Investimento. A exclusividade na formação destes profissionais se revela nos custos envolvidos. Para se ter uma ideia, a formação de um piloto de prova nos Estados Unidos sai por US$ 1,5 milhão. Metade disto é o gasto para a formação de um engenheiro de prova. “Poucos países do mundo têm essa capacidade. Formamos pilotos e engenheiros de prova desde 1987”, disse o major Diogo Silva Castilho, 35 anos, piloto de prova do Ipev. Entre as missões realizadas pela equipe estão os voos de calibração anemométrica, que começaram na última semana em São José. Além dos militares da Aeronáutica, pilotos e engenheiros da Marinha e do Exército também participam de treinamentos no Ipev. O curso de recebimento de aeronaves, porém, é mais resumido, realizado em 4 meses.

Memória.

Acidente demanda criação de equipe. A investigação do acidente com um helicóptero protótipo Beija-Flor em 11 de julho de 1966 durante um teste resultou em recomendações que impunham "a formação de uma equipe fixa para execução de ensaios em voo, constituída por pilotos, engenheiros e instrumentadores”. A partir daí começou a formação dos especialistas brasileiros.

Aposentado:


Carcaça do Xavante é usada para testes. Mesmo depois de aposentado, o Xavante ainda tem serventia para a realização de testes no Ipev em São José. Carcaças das aeronaves são empregadas para ensaios em solo, com testes com armamento, por exemplo. O Ipev mantém três carcaças de Xavantes. Foram fabricadas 182 unidades deste avião pela Embraer, das quais 166 para a FAB.



Projeto FX-2

Acordo deve ter início no 2º trimestre. Na publicação dos resultados de janeiro a março de 2015, a empresa de defesa e segurança Saab informou que aguarda para o segundo trimestre do ano o início do acordo firmado com o governo brasileiro, pelo qual serão produzidas 36 unidades do Gripen NG para a FAB. O contrato, assinado em outubro passado, foi fechado por US$ 5,4 bilhões.



Fonte: Revista AeroLatina

sexta-feira, 17 de abril de 2015

H-36 da Versão Operacional da FAB Será o Primeiro da América Latina Com Sonda Para Ser Reabastecido em Voo


A capacidade da Força Aérea Brasileira (FAB) em cumprir missões de busca e salvamento será reforçada ainda este ano. O primeiro helicóptero H-36 Caracal, da chamada versão operacional, já está pronto e é uma das atrações da LAAD 2015, a feira de defesa que acontece até amanhã (17/04), no Rio de Janeiro (RJ).
O helicóptero chegou voando ao Riocentro e faz parte da mostra da empresa brasileira Helibras. De acordo com o chefe do centro de engenharia, Walter Filho, já está em curso a fase de certificação militar, uma das etapas necessárias para a entrega. 

O H-36 da versão operacional da FAB será o primeiro helicóptero da América Latina com sonda para ser reabastecido em pleno ar. A capacidade, hoje disponível no Brasil apenas para aviões de caça, possibilitará ampliar o raio de ação para missões, como o resgate de pessoas no mar. 

Os quatro H-36 da versão básica, hoje utilizados pelo Esquadrão Falcão (1º/8ºGAV), de Belém (PA), têm autonomia de três horas e cinquenta minutos, o suficiente para cumprir uma missão a aproximadamente 250 quilômetros de distância da base, com previsão de 60 minutos para realizar a busca e mais 15 minutos para o salvamento. A nova versão poderá multiplicar esses números. "Não há limites. Em termos de sistema, não existe limitação", explica Walter Filho. 
Segundo o Comandante-Geral de Operações Aéreas (COMGAR) da FAB, Tenente-Brigadeiro do Ar Gérson Nogueira Machado, será necessário realizar treinamentos para aproveitar todas as potencialidades da aeronave. "É uma outra geração de helicópteros. Modifica totalmente a nossa doutrina e as nossas possibilidades", comentou.

Montados no Brasil pelo consórcio Airbus Helicopters e Helibras, em Itajubá (MG), os H-36 operacionais são semelhantes aos modelos utilizados pelas Forças Armadas da França em missões especiais e em resgates realizados em combate. Os helicópteros vão contar com sensores, como o Radar Warning Receiver (RWR) e Missile Approach Warning System (MAWS), capazes de detectar a presença de radares e de mísseis inimigos. "Esses sistemas, no entanto, são mais modernos na versão brasileira", ressalta ochefe do centro de engenharia da Helibras.

O helicóptero recebeu no país a integração de sistemas como o de contramedidas eletrônicas e de comunicação criptografada entre forças de resgate e refugiados. Câmera infravermelha e detector a laser para rastrear alvos, além de um equipamento de gravação de vídeo e voz, que também fazem parte do pacote. O H-36 permite operação com óculos de visão noturna e possui blindagem reforçada, guincho duplo, gancho para carga externa e possibilidade de instalação de duas metralhadoras 7.62mm.


No espaço interno, superior ao de modelos como H-60 Black Hawk e H-1H, podem ser levadas até onze macas e uma equipe de quatro profissionais de saúde. Em missões convencionais, cabem até trinta e uma pessoas a bordo.

O projeto de aquisição dessas aeronaves para a FAB faz parte de um pacote de 50 unidades encomendadas para as três Forças Armadas. São 16 para a Marinha, 16 para o Exército, 16 para a Força Aérea e duas para uso da presidência da república. Até o momento, quinze unidades já foram entregues. A previsão é que, além da unidade operacional da FAB, este ano sejam entregues também mais duas da versão básica para a Marinha. 

190 mil horas de voo

A Helibras realizou nesta quarta-feira (15/04), na LAAD, uma solenidade de entrega simbólica de 16 unidades para as Forças Armadas, destinadas à Marinha do Brasil. A Força Aérea Brasileira também foi homenageada pelos 190 mil horas de voo em helicópteros H-50 Esquilo, H-34 Super Puma, VH-34 Super Puma e H-36 Caracal.



Fonte: Agência da Força Aérea

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Aviação Executiva: Dassault Apresenta Falcon 8X


A Dassault Aviation realizou o roll out do Falcon 8X, em cerimônia realizada em sua unidade de Bordeaux-Merignac, na França. O evento contou com a presença de clientes, operadores, parceiros industriais e autoridades.
O Falcon 8X é o maior membro da família Falcon, e segundo a Dassault, deverá oferecer a mais ampla variedade de configurações de cabine disponíveis em qualquer jato executivo.
Anunciado em maio deste ano durante a EBACE (Convenção European Business Aviation & Exhibition), o Falcon 8X tem como plataforma o reconhecido Falcon 7X. Entre as melhorias oferecidas pelo 8X vai está uma cabine maior, com 1.88 m de altura, 2.34 m de largura e 13 m de comprimenro. O alcance também é o maior entre todos os aviões do fabricante francês, com 6.450 nm (11,945 km), o que o inclui no seleto segmento de aeronaves de ultra-longo alcance. Embora ofereça uma capacidade superior ao 7X, o novo avião manterá boa parte da arquitetura do irmão mais velho, assim como deverá se beneficiar da extrema flexibilidade oferecida pela família Falcon.

“Tradição, inovação e excelência ajuda a explicar o sucesso do Falcon 7X. Mais de 250 aviões foram construídos nos sete anos, desde sua entrada em serviço, e demanda permanece forte. Prevemos um futuro semelhante e brilhante para o 8X”, Disse Eric Trappier, Chairman e CEO da Dassault Aviation, durante a cerimônia.
Montagem e testes do Falcon 8X será feita na planta de Merignac, nas mesmas instalações que hoje são produzidos os 7X, o que permite manter a padronização nos processos e reduz os custos totais do projeto.  
A junção das asas e instalação do motor no primeiro Falcon 8X foi concluída em julho, seguido da primeira energização dos sistemas dias depois. Os testes em solo, incluindo verificações nos controles de voo, testes de vibração e no sistema de combustível, foram concluídos em novembro. Por fim, o primeiro acionamento ocorreu no início de dezembro, seguido dos primeiros testes dinâmicos em solo. A previsão é que o primeiro voo ocorra ainda no primeiro trimestre de 2015.
“Estamos extremamente satisfeitos com o progresso em nosso novo carro-chefe”, disse Olivier Villa, vice-presidente sênior da divisão de avião civil da Dassault Aviation.
De acordo com a Dassault, um total de três aeronaves serão utilizadas durante a campanha de ensaios em voo, incluindo um com interior completo. As entregas devem começar no segundo semestre de 2016.





Fonte: Aeromagazine

Embraer: KC-390 Voará Somente em 2015



A Embraer adiou para janeiro o primeiro voo do KC-390. De acordo com fontes na empresa, o voo inaugural deverá ocorrer nas primeiras semanas de 2015. A mudança na data ocorre devido a reorganização do cronograma do projeto, que ainda se mantém dentro da previsão inicial.
Atualmente o primeiro protótipo está passando por testes dinâmicos em solo, que incluem acionamento dos motores, teste de equipamentos de bordo, taxiamento em baixa e alta velocidade, entre outros.
Oficialmente a Embrear não confirmou oficialmente o adiamento do primeiro voo.


Fonte: Aeromagazine

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Aeromexico Recebe E-Jet 1.100 da Embraer


A Embraer entregou ontem, durante cerimônia realizada no hangar da companhia aérea Aeromexico, no Aeroporto Internacional Benito Juárez, na Cidade do México o 1.100º jato produzido da família de E-Jets. A aeronave, modelo E190, é também o avião de número 200 da família de E-Jets voando na América Latina.
“No mesmo ano em que comemoramos os 10 anos de operações de E-Jets em todo o mundo, temos o grande orgulho de celebrar outro marco atingido por esta versátil família de aeronaves”, disse Paulo Cesar Silva, Presidente & CEO, Embraer Aviação Comercial. “Como um dos maiores operadores da Embraer, é bastante apropriado que a Aeromexico seja a recebedora do E-Jet 200 no continente latino-americano, bem como do E-Jet de número 1.100 em todo o mundo.”
“A Embraer tem sido uma aliada muito importante por mais de 10 anos. Atualmente, mais de 50% da nossa frota é composta por essas aeronaves brasileiras“, disse Andres Conesa, CEO da companhia aérea. “Na Aeromexico, nós nos sentimos muito orgulhosos de ser a operadora que recebe o E-Jet 1.100 da Embraer, um dos mais modernos da indústria, para integrá-lo em nossa frota.”
A Aeromexico opera uma frota de 62 jatos da Embraer por meio da sua marca regional, Aeromexico Connect: 27 E190, seis E170, três E175 e 26 ERJ 145.
A primeira entrega de um E -Jet na América Latina ocorreu em 2005. Atualmente, oito companhias aéreas de sete países operam os E-Jets na região, onde a Embraer é líder no segmento de jatos de até 130 assentos, com uma participação de mercado de 70%.
A Embraer é a única fabricante a desenvolver uma moderna família de quatro aviões especificamente para o segmento de 70 a 130 assentos. Desde o lançamento formal do programa, em 1999, os E-Jets redefiniram o conceito tradicional de aeronaves regionais por operarem em outros tipos de mercados.
A família de E-Jets entrou em serviço em 2004. Atualmente, os E-Jets estão voando com 65 companhias aéreas de 45 países, com uma participação de mercado de 62%, com base em entregas, no segmento de jatos com capacidade para até 130 lugares Atualmente, os E-Jets voam com empresas aéreas tradicionais, de baixo custo e regionais, bem como empresas de voos fretados. Os E-Jets têm uma rede global de suporte ao cliente e serviços estrategicamente localizada, com 37 centros de serviços para manutenção e reparos em todo o mundo, incluindo 12 Centros de Serviço Autorizado da Embraer (EASC) e 25 centros independentes.
Em junho de 2013, a Embraer lançou a segunda geração da família de E-Jets – os E-Jets E2 – o primeiro dos quais está programado para entrar em serviço em 2018.

Fonte: Embraer

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Airbus Acumula 1.080 Encomendas Brutas de Janeiro a Outubro


A Airbus vendeu três aeronaves em outubro, levando o total de encomendas no ano para 1.080 aviões, anunciou a fabricante europeia nesta quarta-feira.

Após os ajustes por cancelamentos, que permaneceram inalterados ante setembro em 286 aeronaves até agora no ano, a Airbus divulgou encomendas líquidas de 794 aviões entre janeiro e outubro.

A Airbus entregou 493 aeronaves nos primeiros dez meses de 2014, incluindo 22 superjumbos A380. Durante um período similar, entre 1o de janeiro e 28 de outubro, a rival norte-americana Boeing teve 1.117 encomendas brutas e 1.011 encomendas líquidas.

Os números da Airbus ainda não incluem uma encomenda provisória de 250 jatos feita pela companhia aérea indiana de baixo custo IndiGo no mês passado. A Airbus disse esperar que o acordo seja concluído até o fim do ano.



Fonte: Revista Aerolatina

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

FAB e SAAB se Reúnem Para Início da Certificação do Gripen NG


Entre os dias 11 e 12 deste mês, representantes do Instituto de Fomento e Coordenação Industrial (IFI), vinculado ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), se reuniram em São José dos Campos (SP) com representantes da empresa SAAB para tratar sobre o início do processo de certificação da aeronave Gripen NG.

As certificações da aeronave Gripen NG com relação aos requisitos de aeronavegabilidade e de cumprimento de missão serão realizadas por órgãos da Suécia. O IFI irá acompanhar esses processos e, após validá-los, irá emitir um Certificado de Tipo ao projeto da aeronave Gripen NG.

Durante o encontro, foi apresentado à empresa um breve histórico do Instituto e a empresa, por sua vez, apresentou ao órgão certificador a sua estrutura organizacional envolvida no desenvolvimento da aeronave. Os analistas do IFI debateram sobre o Master Certification Plan que a SAAB irá submeter ao IFI, de forma a possibilitar a aceitação desse documento. Também foi discutido oSAAB Aeronaitics Quality Assurance System e como o Instituto verificará o cumprimento dos requisitos.

No processo de Garantia Governamental da Qualidade, o IFI fará uma validação do Sistema da Qualidade adotado pela SAAB.



Fonte: FAB