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domingo, 24 de maio de 2015

Azul e Embraer Assinam Pedido Firme Para Até 50 E-Jets E2


A Embraer S.A. e a Azul Linhas Aéreas Brasileiras S.A. chegaram a um acordo final para a venda firme de 30 jatos E195-E2. O contrato, anunciado como Carta de Intenções (Letter of Intent - LOI) durante a edição 2014 da Feira Internacional de Farnborough, em julho do ano passado, também contempla direitos de compra para 20 jatos adicionais do mesmo modelo, elevando o potencial da encomenda total para até 50 aviões E195-E2.

“Em nome dos 19 mil funcionários da Embraer, agradeço à Azul por nos ter escolhido, uma vez mais, a participar do desenvolvimento da empresa, que nasceu e cresceu com o E-Jets no mercado brasileiro”, diz Paulo César Silva, Presidente & CEO, Embraer Aviação Comercial. “Este novo contrato é uma demonstração de confiança no programa dos E-Jets E2, que segue a trilha de sucesso comercial da geração atual. Por isso continuamos investindo para atender à demanda das companhias aéreas por uma geração de aeronaves ainda mais eficientes.” 

O contrato para os E-Jets E2 tem valor estimado de USD 3,2 bilhões pelo atual preço de lista da Embraer, caso todos os direitos de compra também sejam excercidos. Os pedidos firmes serão adicionados à carteira de pedidos (backlog) da Embraer do segundo trimestre de 2015. A primeira entrega está prevista para o segundo trimestre de 2020. 

“A parceria com a Embraer, desde a fundação da Azul, foi decisiva para consolidarmos nosso plano de negócios e assim crescer no mercado de aviação doméstico. Ao escolher aviões construídos e desenvolvidos no País, a Azul contribui para a manutenção e geração de empregos, assim como para o desenvolvimento da economia brasileira”, afirma David Neeleman, CEO da Azul. “O E2 será o avião mais avançado em sua categoria, conferindo uma economia de combustível acima de 20% em relação ao atual modelo. Isso será fundamental para mantermos nossas tarifas competitivas e crescermos no mercado doméstico.”

Atualmente, a companhia aérea brasileira tem um total de 82 E-Jets em operação e mais seis pedidos em carteira. A empresa opera a maior frota de jatos E195 no mundo. Com esta encomenda da Azul, o backlog dos E-Jets E2 alcança 242 pedidos firmes, além de 348 opções e direitos de compra. 

A primeira entrega de um E-Jet E2 (o E190-E2) está prevista para o primeiro semestre de 2018. O E195-E2 está programado para entrar em serviço em 2019 e o E175-E2, em 2020. O programa E-Jets E2 reforça o comprometimento da Embraer em investir continuamente na linha de jatos comerciais da Empresa e manter sua liderança de mercado no segmento de 70 a 130 assentos. Os E-Jets E2 da Embraer terão motores de última geração de alto desempenho da Pratt & Whitney PurePowerTM Geared Turbofan (PW1700G no E175-E2 e PW1900G no E190-E2 e E195-E2) que, em conjunto com novas asas aerodinamicamente avançadas, controles de voo totalmente fly-by-wire e avanços em outros sistemas, resultarão em melhorias significativas no consumo de combustível, custos de manutenção, emissões e ruído externo.



Fonte: Embraer

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Aeromexico Recebe E-Jet 1.100 da Embraer


A Embraer entregou ontem, durante cerimônia realizada no hangar da companhia aérea Aeromexico, no Aeroporto Internacional Benito Juárez, na Cidade do México o 1.100º jato produzido da família de E-Jets. A aeronave, modelo E190, é também o avião de número 200 da família de E-Jets voando na América Latina.
“No mesmo ano em que comemoramos os 10 anos de operações de E-Jets em todo o mundo, temos o grande orgulho de celebrar outro marco atingido por esta versátil família de aeronaves”, disse Paulo Cesar Silva, Presidente & CEO, Embraer Aviação Comercial. “Como um dos maiores operadores da Embraer, é bastante apropriado que a Aeromexico seja a recebedora do E-Jet 200 no continente latino-americano, bem como do E-Jet de número 1.100 em todo o mundo.”
“A Embraer tem sido uma aliada muito importante por mais de 10 anos. Atualmente, mais de 50% da nossa frota é composta por essas aeronaves brasileiras“, disse Andres Conesa, CEO da companhia aérea. “Na Aeromexico, nós nos sentimos muito orgulhosos de ser a operadora que recebe o E-Jet 1.100 da Embraer, um dos mais modernos da indústria, para integrá-lo em nossa frota.”
A Aeromexico opera uma frota de 62 jatos da Embraer por meio da sua marca regional, Aeromexico Connect: 27 E190, seis E170, três E175 e 26 ERJ 145.
A primeira entrega de um E -Jet na América Latina ocorreu em 2005. Atualmente, oito companhias aéreas de sete países operam os E-Jets na região, onde a Embraer é líder no segmento de jatos de até 130 assentos, com uma participação de mercado de 70%.
A Embraer é a única fabricante a desenvolver uma moderna família de quatro aviões especificamente para o segmento de 70 a 130 assentos. Desde o lançamento formal do programa, em 1999, os E-Jets redefiniram o conceito tradicional de aeronaves regionais por operarem em outros tipos de mercados.
A família de E-Jets entrou em serviço em 2004. Atualmente, os E-Jets estão voando com 65 companhias aéreas de 45 países, com uma participação de mercado de 62%, com base em entregas, no segmento de jatos com capacidade para até 130 lugares Atualmente, os E-Jets voam com empresas aéreas tradicionais, de baixo custo e regionais, bem como empresas de voos fretados. Os E-Jets têm uma rede global de suporte ao cliente e serviços estrategicamente localizada, com 37 centros de serviços para manutenção e reparos em todo o mundo, incluindo 12 Centros de Serviço Autorizado da Embraer (EASC) e 25 centros independentes.
Em junho de 2013, a Embraer lançou a segunda geração da família de E-Jets – os E-Jets E2 – o primeiro dos quais está programado para entrar em serviço em 2018.

Fonte: Embraer

quarta-feira, 25 de junho de 2014

Embraer Avança no Programa E-Jet E2



A Embraer anunciou que concluiu, no final de maio, a fase de definição conjunta (Joint Definition Phase) do futuro E190-E2 com a execução da revisão preliminar do projeto.
A fabricante também finalizou os ensaios em túnel de vento do E190-E2, que será o primeiro modelo da segunda geração da família E-Jets, planejada para entrar em operação a partir de 2019.
O próximo passo no desenvolvimento do E190-E2 será a revisão crítica do projeto, em que deverá ser comprovada a maturidade do produto, permitindo em seguida o início da fabricação dos protótipos. Além disso, a equipe de engenharia da Embraer já voou o avião virtualmente, o que permite avaliar as características da aeronave e oferecer aos engenheiros parâmetros de voo antes mesmo de a aeronave deixar o solo pela primeira vez.
Derivado do E190-E2, o E195-E2, cuja entrada em serviço está programada para 2019, iniciou a fase de definição conjunta em maio de 2014.
Paralelamente a esses desenvolvimentos, a Embraer concluiu os estudos conceituais do E175-E2, que deverá entrar em operação em 2020, dando início aos estudos preliminares e à campanha de ensaios aerodinâmicos em túnel de vento. O modelo E175-E2 terá asa e motor otimizados para o tamanho da aeronave, distintos da configuração adotada para o E190-E2 e o E195-E2.
Os três novos membros da família E-Jet E2, utilizarão os motores PurePower, da Pratt & Whitney, novas asas, controles de voo totalmente fly-by-wire e avanços em outros sistemas que deverão resultar em melhorias de dois dígitos no consumo de combustível, custos de manutenção, emissões de CO2 e do ruído externo em comparação à atual geração de E-Jets.



Fonte: Aeromagazine

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Air Costa da India Fecha Pedido de 50 Embraer E-Jets E2

A Embraer S.A. assinou um acordo definitivo com a Air Costa, da Índia, para um pedido firme de 50 E-Jets E2s, com direitos de compra para aquisição de outras 50 aeronaves. A aquisição é uma combinação de 25 E190-E2 e 25 E195-E2 e tem um valor estimado de USD 2,94 bilhões, com base nos preços de lista de 2014. Os direitos de compra são para outros 25 E190-E2 e 25 E195-E2, elevando o potencial total do pedido para até 100 aeronaves, podendo atingir USD 5,88 bilhões, se todos forem exercidos. Esta transação eleva o total de pedidos de E-Jets E2 para 200 firmes e 200 opções e/ou direitos de compra desde o lançamento do programa E2, em junho de 2013.

A Air Costa se torna assim o primeiro cliente dos E-Jets E2 no mercado indiano e receberá o E190-E2 em 2018. O E195-E2 está programado para entrar em serviço em 2019. Atualmente, a companhia aérea, com base na cidade de Vijayawada, do estado de Andhra Pradesh, voa quatro E-Jets, sendo dois E170 e dois E190.
“Os E-Jets já provaram sua capacidade de estimular o tráfego e manter a rentabilidade das companhias aéreas, proporcionando ao mesmo tempo transporte aéreo acessível e confortável para as pessoas em mercados emergentes como Brasil e China. Vejo o mercado indiano se desenvolvendo de forma semelhante com a atual geração de E-Jets e, claro, os E2. Parabenizo a Air Costa por sua visão em aproveitar a oportunidade de criar uma maior conectividade na Índia e estamos gratos pela confiança da companhia aérea na Embraer”, disse Paulo Cesar Silva, Presidente & CEO, Embraer Aviação Comercial.
A Air Costa conecta cidades no sul da Índia como Bangalore, Chennai, Hyderabad e Vijayawada, bem como importantes cidades menores no norte e no noroeste do país. A companhia aérea planeja ligar mercados pouco atendidos, com mais voos diretos, aumentando freqüências e rotas, servindo assim às crescentes áreas metropolitanas, bem como importantes centros de negócios secundários e terciários.
Ramesh Lingamaneni, Diretor-Executivo do Grupo LEPL e Presidente da Air Costa, observou que “os serviços aéreos regionais têm um enorme potencial na Índia, especialmente conectando grandes centros, cidades secundárias e terciárias. Nossa experiência inicial com nossos atuais E-Jets tem sido muito positiva. Nossos passageiros têm elogiado a aeronave pelo conforto e conveniência de viagens ponto-a-ponto. Os jatos E2 nos darão a capacidade adequada de assentos para atender a mercados-alvos futuros com custos unitários que são muito competitivos em relação a aeronaves de corredor único re-motorizadas.”
Os E2 da Air Costa contarão com um novo design de cabine, elevando ainda mais os padrões de conforto e espaço pessoal. O E190-E2 será configurado com 98 assentos em duas classes de serviço, com seis assentos na primeira classe, enquanto o E195-E2 terá 118 assentos, sendo 12 na primeira classe.
Com os E-Jets E2, a Embraer demonstra o compromisso com a melhoria contínua de sua linha de jatos comerciais e a manutenção da liderança no segmento de aviões a jato de 70 a 130 assentos. Os três novos aviões (E175-E2, E190-E2 e E195-E2) têm motores de última geração da Pratt & Whitney, novas asas aerodinamicamente avançadas, controles de voo totalmente fly-by-wire e avanços em outros sistemas que resultarão em melhorias de dois dígitos no consumo de combustível, custos de manutenção, emissões e ruído externo em comparação à atual geração de E-Jets.
Sobre a Air Costa
A Air Costa faz parte do Grupo LEPL, uma entidade diversificada com interesses na promoção imobiliária e no desenvolvimento de infraestruturas e nos setores comerciais, residenciais, de educação, alimentação e saúde. A companhia aérea iniciou serviços regulares em outubro de 2013 e opera os E-Jets da Embraer para cidades centrais e secundárias da Índia como Vijayawada, Jaipur, Bangalore, Ahmedabad, Hyderabad e Chennai. Serviços futuros vão incluir as cidades de Goa, Pune, Madurai e Vizag. Para mais informações, visite www.aircosta.in.
Sobre os E-Jets E2
Em 2013, a Embraer lançou os E-Jets E2, a segunda geração da família de E-Jets de aviões comerciais composta de três novos aviões – E175-E2, E190-E2, E195-E2 – no segmento de 70 a 130 passageiros. O E190-E2 deverá entrar em serviço no primeiro semestre de 2018. O E195-E2 está programado para entrar em serviço em 2019 e o E175-E2, em 2020. Para mais informações sobre os E-Jets E2 visite www.embraercommercialaviation.com/E2.


Fonte: Poder Aéreo

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Avianca Negocia Compra de 50 Novas Aeronaves

A Avianca Brasil, a companhia aérea de capital fechado que oferece comida grátis, está negociando com fabricantes de aviões de fora do Brasil e com a fabricante local Embraer uma compra de até 50 jatos regionais.
As negociações também envolvem modelos da Bombardier, Mitsubishi Aircraft e Sukhoi, disse José Efromovich, o executivo-chefe da Avianca, que anteriormente havia dado a conhecer conversações com a Embraer, com sede em São José dos Campos, Brasil. Em relação à Embraer, o interesse recai sobre os novos modelos E2, com entrega prevista a partir de 2018.

E-jets E2 da Fabricante Brasileira Embraer 
A Avianca Brasil pretende renovar a frota diante de incentivos do governo para estimular voos para cidades remotas do Brasil. Isso cria uma abertura para as fabricantes de aviões, porque a companhia aérea está avaliando a possibilidade de comprar jatos novos e substituir o modelo A318 do Airbus Group NV.
“Nós temos que substituir 15 ATRs e poderemos precisar de até 50 novos aviões”, disse Efromovich em entrevista ontem, em São Paulo. “Vai depender do programa de aviação regional do governo”.

                                
A possibilidade de comprar modelos de outras empresas além da Embraer daria à Avianca Brasil mais opções na escolha de aviões para voos de curta distância. A Mitsubishi, do Japão, e a Sukhoi, da Rússia, são operadores recentes no mercado de jatos regionais iniciado na década de 1990 pela Embraer e pela Bombardier, com sede em Montreal.
Opções regionais
Os reguladores esperam promover a criação de novas companhias aéreas ou de unidades regionais nas companhias existentes para chegar a áreas insuficientemente atendidas, disse o Ministro da Aviação Civil, Wellington Moreira Franco, em entrevista no dia 29 de janeiro. Moreira Franco disse que seria um “grande estímulo” para a Embraer, mas a Avianca Brasil também poderia se beneficiar.
“Poderíamos abrir uma subsidiária regional ou criar uma companhia totalmente nova, ou até mesmo fazer um acordo com uma companhia aérea existente para o programa regional”, disse Efromovich. “Estamos abertos a todas as opções”.
A Avianca Brasil tornou-se conhecida por oferecer refeições, entretenimento e assentos mais espaçosos sem custos nos seus aviões, que têm apenas classe econômica. Ela é a quarta maior companhia aérea do Brasil por valor de mercado, segundo dados compilados pela ANAC, a Agência Nacional de Aviação Civil.
Os lucros da empresa antes de juros, impostos, depreciação e amortização foram de quase 5 por cento em 2013, disse Efromovich. Ele disse que foi o primeiro Ebitda positivo desde o começo dos esforços de recuperação em 2008 sob a gestão da Synergy Group Corp., dirigida por seu irmão, o investidor brasileiro Germán Efromovich.
A Avianca Brasil deve ser rentável neste ano, a menos que aconteçam eventos econômicos drásticos, disse José Efromovich.



Fonte: Exame

Embraer Projeta 1.500 Novas Entregas de Jatos de 70 a 130 Assentos na Região Ásia-Pacífico nos Próximos 20 Anos

A Embraer Aviação Comercial prevê que as companhias aéreas da região Ásia-Pacífico, incluindo a China, vão receber cerca de 1.500 novos jatos no segmento de 70 a 130 assentos nos próximos 20 anos (o equivalente a USD 70 bilhões, a preços de lista), o que representa aproximadamente 20% da demanda mundial para o segmento no período.
Das novas entregas na região, 65% são esperadas para apoiar o crescimento do mercado, enquanto 35% substituirão aeronaves antigas que serão aposentadas. O mercado da Ásia-Pacífico se tornará mais rico, competitivo e liberal, estimulando ainda mais as companhias aéreas a buscar aumento de eficiência, diferenciação de marca e melhores níveis de serviço. Neste contexto, o segmento de jatos de 70 a 130 assentos desempenhará um papel fundamental para apoiar o desenvolvimento intra-regional na Ásia-Pacífico.

“O tráfego aéreo na região da Ásia-Pacífico é composto principalmente por mercados secundários com demandas de baixa e média densidade com até 300 passageiros por dia em cada sentido. Cerca de 60% desses mercados não são servidos por voos sem escalas, e cerca de metade de todos os mercados atendidos não permitem a viagem de ida e volta no mesmo dia”, disse Paulo Cesar Silva, Presidente & CEO, Embraer Aviação Comercial. “Os E-Jets da Embraer oferecem a capacidade de desenvolver um melhor sistema de alimentação de tráfego e maior conectividade da malha de voos, bem como melhorar a qualidade dos serviços nos mercados onde não há demanda suficiente para apoiar operações de aeronaves de maior porte.”
O crescimento econômico da região alterou o contexto sócio-demográfico, com um aumento da classe média urbana com maior poder aquisitivo e, portanto, maior propensão a viagens aéreas. A perspectiva econômica positiva e a liberalização intra-regional vão impulsionar o aumento da demanda do transporte aéreo na Ásia-Pacífico em 6% ao ano até 2032, liderado principalmente pela China e Índia. A região vai se tornar o maior mercado do mundo com 34% do total de passageiro-quilômetro transportados.
Com o amadurecimento do modelo das companhias aéreas de baixo custo (Low Cost Carrier – LCC) na região, as empresas têm agora mais incentivos para procurar novas oportunidades para sustentar o crescimento, complementando as operações narrow-body com jatos de menor capacidade em rotas sem escalas em mercados de média densidade, bem como em operações de alimentação de tráfego nos grandes aeroportos (denominadas hub and spoke). Comprovados em serviço, os E-Jets podem desempenhar um papel fundamental nas malhas das LCC e empresas aéreas tradicionais, fornecendo o benefício de custos por viagem significativamente mais baixos e custos por assento competitivos com os de aeronaves de maior porte.
Além disso, 40% das rotas intra-regionais operadas por aviões turboélices têm mais de 450 quilômetros de extensão, sendo mais adequadas para operações de E-Jets devido à sua maior produtividade, melhor economia operacional e conforto superior aos passageiros.
A família de E- Jets registrou mais de 1.400 encomendas e mais de 1.000 entregas até a presente data, operando com cerca de 65 clientes em 45 países. No segmento de 70 a 130 assentos, a Embraer tem uma participação global de 51% nas encomendas e 62% das entregas desde 2004. Na Ásia-Pacífico, a Embraer possui mais de 80% de participação de mercado em seu segmento, com cerca de 150 E-Jets entregues para 10 operadores de seis países na região.
Sobre a Embraer Aviação Comercial
A Embraer continua melhorando a família de E- Jets para ajudar as companhias aéreas a se tornarem mais eficientes. A Companhia está implementando uma série de melhorias no jato E175, incluindo novas pontas das asas (wingtips), otimização de sistemas e refinamentos aerodinâmicos que reduzirão o consumo de combustível em até 5%. Intervalos de manutenção mais longos e melhorias de componentes aumentarão a produtividade de aeronaves com menores custos de manutenção.
Com os E-Jets E2, a Embraer Aviação Comercial demonstra o compromisso com a melhoria contínua de sua linha de jatos comerciais. Os três novos aviões (E175-E2, E190-E2 e E195-E2) têm motores de última geração da Pratt & Whitney, novas asas aerodinamicamente avançadas, controles de voo totalmente fly-by-wire e avanços em outros sistemas que resultarão em melhorias de dois dígitos no consumo de combustível, custos de manutenção, emissões e ruído externo em comparação à atual geração de E-Jets. O E190-E2 está previsto para entrar em operação no primeiro semestre de 2018. O E195-E2 está programado para entrar em serviço em 2019 e o E175-E2 em 2020.


Fonte:Poder Aéreo

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Embraer Participa do Dubai AIRSHOW

A Embraer participa da 13ª edição do Dubai Airshow (www.dubaiairshow.aero), de 17 a 21 de novembro, no Dubai World Central (DWC), nos Emirados Árabes Unidos (EAU). A Empresa promoverá a linha completa de aviões comerciais e executivos e exibirá na exposição estática os jatos Legacy 650 e Lineage 1000, respectivamente das categorias large e ultra-large.
A Embraer Aviação Comercial realizará uma coletiva de imprensa no Centro de Conferências, no domingo, 17 de novembro, às 13h, na Sala 2. Os visitantes são bem-vindos no Chalet A7.


A presença da Embraer Aviação Comercial tem crescido no Oriente Médio e no norte da África desde que a primeira aeronave comercial, um E170, entrou em serviço com a Saudi Arabian Airlines, em 2005. A família de quatro E-Jets, com capacidade para 70 a 124 passageiros, está atualmente em serviço em nove companhias aéreas de seis países, com um total de 63 E-Jets voando na região.
A Aviação Executiva da Embraer recebeu um forte endosso de clientes no Oriente Médio, que se tornou o principal mercado para o Lineage 1000 e o segundo maior para o Legacy 650. Estes dois modelos são os mais populares por causa de seu longo alcance, que permitem voos sem escalas de Dubai para a África do Sul, Europa Ocidental, nordeste da Rússia, Japão, China e Ásia Central.
Além disso, a Embraer tem três centros de serviços autorizados na região para fornecer manutenção, reparo e revisão (MRO): dois para a aviação executiva (em Dubai e Abu Dhabi) e um para jatos comerciais, no Egito.
A Embraer recebeu pedidos firmes para mais de 1.350 E-Jets e entregou a 1.000ª aeronave de produção em setembro passado. Atualmente, 66 companhias aéreas de 48 paises adicionaram de E-Jets às suas frotas. Como líder do segmento de jatos de 70 a 130 assentos, a Embraer continua a investir na família de E- Jets. Em junho, a Empresa anunciou o lançamento do E-Jets E2, a segunda geração destes populares aviões, com três aeronaves de 80 a 132 lugares. Até esta data, companhias aéreas e empresas de leasing têm colocado pedidos firmes, opções e cartas de intenção para 365 E-Jets E2.



Fonte: Poder Aéreo

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Embraer Entrega 51 Aviões no 2º Trimestre

A Embraer entregou 51 aviões no segundo trimestre deste ano, sendo 22 da aviação comercial e 29 da executiva.




Com isso, as entregas da Embraer em 2013 totalizam 80 aeronaves, sendo 39 de aviação comercial e 41 da aviação executiva.

Entre abril e junho, o destaque foi o modelo E190, da aviação comercial, com 14 entregas, enquanto na aviação executiva os jatos leves responderam por 23 entregas.

A carteira de pedidos firmes a entregar (backlog) totalizou 17,1 bilhões de dólares em 30 de junho, um aumento de 3,8 bilhões de dólares ante março, no maior valor desde o terceiro trimestre de 2009, informou a empresa.


"O backlog do segundo trimestre inclui também os pedidos já anunciados para 40 jatos E175, vendidos para a Skywest, bem como 30 jatos E175 para a United Airlines, entre outros", informou a fabricante em comunicado.


Em maio, a Embraer anunciou um acordo para a venda de 40 jatos regionais modelo 175 à norte-americana SkyWest, com opções de compras adicionais, que poderiam levar a um contrato total de mais de 8 bilhões de dólares.

Já com a United, o acordo anunciado no fim de abril considera a venda de 30 jatos Embraer 175, em um negócio avaliado em mais de 1 bilhão de dólares.


Fonte: Exame

domingo, 7 de julho de 2013

Embraer Negocia Com American Airlines Venda de Jatos

A Embraer confirmou nesta sexta-feira, 05, que está em negociações com a AMR Corp, controladora da American Airlines, para vender jatos regionais de 76 lugares.

Além da Embraer, com o Embraer E-175, o contrato está sendo negociado com a canadense Bombardier, avaliando a compra de jatos Bombardier CRJ900.

A publicação da indústria de aviação, Flightglobal, revelou conversas anteriores da AMR Corp com as duas fabricantes sobre a negociação de 60 jatos regionais com 76 lugares.

O porta-voz da American Airlines não quis comentar sobre qualquer encomenda em potencial.

Fonte: Revista AeroLatina

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Avianca Negocia Compra de Aviões da Embraer


O presidente da Avianca, José Efromovich, disse nesta quinta-feira, 27, que a companhia está negociando com a Embraer a compra de aviões da fabricante brasileira. "Estamos conversando seriamente e, se o produto for como nos foi apresentado, existem grandes chances de em um futuro próximo termos aviões da Embraer voando na Avianca", afirmou durante o I Seminário de Aeroportos Brasileiros, em São Paulo.

Ele não revelou qual modelo de aeronave estaria negociando, mas disse ter feito um pedido particular que fez à Embraer. "Por favor, tragam um turbo hélice bom para podermos atender essa regional brasileira. Vamos comprar dúzias deles se vocês trouxerem o projeto de que precisamos", disse, direcionando-se a um executivo da fabricante de aeronaves.

Com o potencial de crescimento do setor aéreo brasileiro, especialmente a aviação regional, a Embraer estima que sua frota de aeronaves voando no País deve crescer. "A segunda geração de E-Jets, os E2, é de muita economicidade e perfeita para utilização no Brasil", comentou o vice-presidente de Operações da companhia, Luis Carlos Afonso, destacando a perspectiva de expansão da aviação regional.

Ele lembrou que 200 aeronaves dessa nova família de jatos foram encomendadas pela SkyWest, uma das maiores empresas de aviação regional dos Estados Unidos. "Esperamos que em breve (os E 2) também estejam voando no Brasil". As primeiras aeronaves dessa nova família devem iniciar operação a partir de 2018. Atualmente, segundo Afonso, existem 72 E-Jets em operação no país, o que corresponde a 16% da frota em circulação em território nacional.

Segundo estimativas da Embraer, o número de aeronaves com até 120 assentos pode dobrar, enquanto as aeronaves maiores, com mais de 120 assentos, devem crescer 50%. A companhia estima que o sistema aéreo brasileiro transportará o dobro de passageiros até 2022. Já em 2020, o índice de voos per capita passará dos atuais 0,5 para 1, ainda abaixo do índice registrado nos Estados Unidos, de 2,5 voos per capita. "Temos conhecimento de um estudo da USP que indica que em 2030 poderemos chegar a 2", acrescentou.




Fonte: Época 

quarta-feira, 19 de junho de 2013

​Air Costa da Índia Adquire Três E-Jets

A Embraer S.A. anunciou hoje, durante o 50º Paris Air Show, em Le Bourget, na França, que a Air Costa, da Índia, adquiriu três E-Jets para o lançamento do serviço regular de rotas regionais. Dois EMBRAER 170 foram arrendados junto à ECC Leasing, subsidiária integral da Embraer. A nova operadora também comprou um novo EMBRAER 190, diretamente da Embraer. Esta encomenda já está incluída na carteira de pedidos da Embraer como “cliente não divulgado”.

“Estamos muito satisfeitos que a Air Costa tenha escolhido os E-Jets para suas operações. A aeronave com certeza promoverá uma maior conectividade regional na Índia”, disse John Slattery, Chief Commercial Officer (CCO), Embraer Aviação Comercial. “A Embraer sempre acreditou que o mercado de aviação regional na Índia tem um enorme potencial. Nossos E-Jets são os aviões de tamanho adequado para o serviço entre mercados hoje pouco atendidos e que, na verdade, crescem mais rápido do que os demais.”

“A Air Costa escolheu os E-Jets por sua eficiência e confiabilidade. Nosso plano é ligar mercados pouco atendidos na Índia, com mais voos diretos”, disse o Capitão Babu, CEO da Air Costa. “O E170 e o E190 têm o tamanho e alcance ideais. Podemos acrescentar freqüências e rotas, sem ampliar muito a capacidade, servindo assim localidades com demanda sazonal, bem como mercados secundários.”

A Air Costa vai inicialmente conectar cidades do sul da Índia, como Bangalore, Chennai, Hyderabad e Vijayawada, com cidades de menores no norte e no noroeste do país.

“Os serviços regionais têm um grande potencial na Índia, especialmente porque a economia das cidades do sul está crescendo. Estamos comprometidos com o crescimento no mercado indiano, com adições à nossa frota e lançamento de novas rotas no médio prazo”, disse Ramesh Lingamaneni, Presidente e Diretor-Geral da Air Costa. “Estamos muito satisfeitos com o apoio que a Embraer ofereceu até o momento e esperamos manter uma longa relação, bem-sucedida e mutuamente gratificante.”



Fonte: Embraer

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Embraer Anuncia Novos Fornecedores Para Segunda Geração dos E-JETS

A Embraer S.A. (NYSE: ERJ; BM & FBOVESPA: EMBR3) anuncia a seleção de importantes fornecedores para prover sistemas à segunda geração de E-Jets, cujo lançamento comercial deve ocorrer este ano. Esta nova família de jatos tem entrada em serviço prevista para 2018.

A Intertechnique, empresa pertencente ao grupo Zodiac Aerospace, fornecerá o sistema de combustível, composto pelos componentes para alimentação dos motores e da Unidade de Potência Auxiliar (APU, na sigla em inglês); abastecimento sob pressão e transferência de combustível; inertização e ventilação dos tanques e indicação de quantidade e controle.

A Embraer selecionou também a Crane Aerospace & Electronics, que fornecerá o módulo eletrônico de controle do sistema de trem de pouso e condicionamento de sinal dos sensores de proximidade, bem como os sensores de proximidade de portas, trem de pouso e freio aerodinâmico, além dos sistemas de controle de freio, incluindo módulo eletrônico e válvulas.

A Triumph Group, Inc. fornecerá os segmentos de fuselagem, leme e profundor, enquanto a Aernnova AEROSPACE S.A. vai prover as empenagens vertical e horizontal.

A segunda geração de E-Jets representará um passo significativo no compromisso da Embraer em investir continuamente na linha de jatos comerciais da Empresa. Motores de última geração, juntamente com novas asas de aerodinâmica avançada, moderno sistema eletrônico de comandos de voo fly-by-wire, assim como outros avanços de sistemas, resultarão em melhorias de dois dígitos no consumo de combustível, bem como nos custos de manutenção, emissões e ruído externo das aeronaves. O objetivo da Embraer é oferecer sempre o melhor produto e manter a liderança no mercado de 70 a 120 assentos. Mais de 950 E-Jets foram entregues até esta data. 65 clientes de 47 países já adicionaram os E-Jets da Embraer às suas frotas.



Fonte: Embraer

terça-feira, 28 de maio de 2013

Família de Jatos E-Jets Alcança 10 Milhões de Horas de Voo


A família EMBRAER 170/190 de E-Jets continua estabelecendo recordes. Com um pouco mais de nove anos em operação, a frota mundial alcançou, este mês, a marca de 10 milhões de horas de voo, com um índice médio de conclusão de missão de 99,9% e a realização de sete milhões de ciclos de voo.
Com mais de 1.200 pedidos firmes e quase 1.000 jatos entregues em todo o mundo a mais de 60 companhias aéreas em 43 países dos cinco continentes, a família de E-Jets transportou em torno de 460 milhões de passageiros.
“Este marco é particularmente notável dada a duração média dos voos dos E-Jets, que é relativamente curta”, disse Paulo Cesar Silva, Presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial. “A alta utilização das aeronaves tem contribuído para atingir essa marca apenas nove anos após o primeiro voo comercial. De fato, um de nossos clientes está voando uma média de 12 horas por dia em cada um dos seus E-Jets.”
O acúmulo das horas de voo da frota mundial teve início depois da entrega de um E170 para a LOT Polish Airlines, primeiro operador de E-Jet, em março de 2004. Desde então, as companhias aéreas em todo o mundo já descobriram as capacidades da família de aeronaves para operar em uma ampla gama de aplicações em negócio, tão diversas quanto as regiões em que os aviões voam.
A aplicação de E-Jets não se limita a rotas de curta distância. A Virgin Australia utiliza o E190 em voos sem escalas entre Perth e as Ilhas Cocos (Keeling), uma viagem que é superior a quatro horas de duração voando sobre a água. Já a Air Canada opera seus E190 em algumas rotas na América do Norte com cerca de cinco horas de voo.
Os E-Jets são projetados para, uma vez em solo, retornar rapidamente à operação, o que pode levar menos de 20 minutos. Isso ajuda a aumentar as taxas de utilização diária e tem contribuído para alcançar a marca de 10 milhões. Além disso, esses jatos comerciais podem ser monitorados pelo sistema de diagnóstico AHEAD-PRO, onde possíveis falhas técnicas são identificadas ainda durante o voo, permitindo que as estações em terra estejam preparadas para qualquer tipo de manutenção necessária. Isso também reduz os atrasos de solo e mantém a utilização em um nível elevado.

Fonte: Cavok

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Embraer Renovará Seus E-Jets Até 2018


A segunda geração de E-Jets da Embraer vai disputar um mercado estimado em US$ 315 bilhões, envolvendo cerca de 6,8 mil aeronaves ao longo de 20 anos. A nova família vai ser anunciada formalmente no dia 17 de junho no glamouroso Salão de Aeronáutica e Espaço de Paris, no aeroporto de Le Bourget.
A novidade é que os aviões regionais brasileiros serão, ainda, os mesmos que saem agora das linhas de produção – porém, absolutamente renovados. As alterações vão determinar consideráveis ganhos de eficiência, por exemplo, em itens sensíveis como o consumo de combustível. Nos modelos E-170 e E-175 haverá redução de 5% no consumo. Nas séries E-190 e E-195, a economia será de 4,4%.
Há mais. As winglets, aquelas pequenas extensões na extremidade dos dois lados da asa, ficaram maiores, viraram wingtips, mais longas e em ângulo crítico, uma sofisticação aerodinâmica usada para melhorar o desempenho. Só esse recurso é responsável por metade da vantagem adquiridanos gastos com o querosene de aviação.
Os aperfeiçoamentos chegarão primeiro no E-175, de até 86 passageiros. As encomendas entregues em 2014 incorporarão o pacote. A família toda estará no mercado a partir de 2018. Há estudos considerando a possibilidade de algum aumento na capacidade dos jatos maiores. O birreator E-195 receberia 118 passageiros no arranjo de baixa densidade – ou 136, na ocupação compacta para curtas distâncias.
Expectativa. A notícia era esperada há três, talvez quatro, anos. No período, a especulação correu à solta no mercado. Logo depois do lançamento dos novíssimos Sukhoi Super 100, da Rússia, e Mitsubishi RJet, do Japão, em 2008, ambos concorrentes diretos dos E-Jets da Embraer, o mercado dava como certo que o grupo do Brasil passaria a competir na faixa de cima, de aviões de 150 lugares e alcance de 5 mil quilômetros. A decisão de Frederico Curado, o presidente da Embraer, de acompanhar o movimento do setor, revelou-se adequada: pouco tempo depois, os gigantes da indústria, a americana Boeing e a europeia Airbus, apresentaram planos para produtos menores – e, claro, mais caros.
A geração avançada de aviões regionais da Embraer chega aos clientes apenas em 2018 – mas já está voando, há meses, na “caverna”, a sala que abriga o Centro de Realidade Virtual, no setor de engenharia de projeto da empresa. Ali, engenheiros quase todos muito jovens circulam com o rosto coberto por imensos óculos com capacidade tridimensional. Os jatos que, por enquanto, só eles veem, serão motorizados com turbinas da Pratt & Whitney em vez de GE, fornecedora da linha atual.

Isso determinou uma espécie de elevação da asa – os motores têm diâmetro maior, precisam de espaço. A aviônica, o sistema de controle eletrônico de bordo, é da terceira geração da Honeywell, uma evolução das versões empregadas nos E-Jets desde a estreia da linha, em 2004.
O trabalho dos pilotos será facilitado também pela adoção de monitores digitais, de alta resolução gráfica. No total, cinco telas de emprego múltiplo.
A empresa contemplavendas de 800 aeronaves nos próximos seis anos, antes, portanto, dain-trodução dos modelos renovados. Segundo Paulo Cesar Silva, presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial, “não há exagero em avaliar que até 2030 ou pouco mais, o mercado de jatos comerciais de 61 a 120 lugares, o segmento no qual a empresa é a líder, com mais de 40% de participação, demandará 6,4 mil aeronaves para atender o crescimento e proceder a substituição das frotas antigas”.
A empresa está vivendo a retomada de grandes contratos, como o da Republic Airways. Uma operação em duas etapas, envolvendo a aquisição de 47 E-175 e em seguida de outro lote de mesmo tamanho, vai acrescentar ao faturamento não menos de US$ 4bilhões. A Republic é dona da maior frota de E-Jets do mundo, operando 73 unidades.
A Embraer credita à inovação o fator determinante no seu posicionamento competitivo. “Essas verdades ganham dimensões especiais na indústria aeronáutica, em que inovação e desenvolvimento tecnológico são as questões da sobrevivência, e não apenas de diferenciação competitiva”, posição da companhia revelada em nota formal da diretoria.
A política de aplicação de novidades, definida pelo presidente, Frederico Curado, ocorre em quatro dimensões transversais à cadeia de valor: 1) inovações de produtos e serviços; 2) inovações dos processos; 3) inovação de marketing; e 4) inovações empresariais. A ousadia é evidente no ramo militar. Como reflexo do desenvolvimento do cargueiro e reabastecedor de combustível, o KC-390, a empresa criou uma coligada, a Embraer Defesa e Segurança (EDS), que nasceu rica, dona de uma fábrica em Gavião Peixoto, a 300 km de São Paulo, e da maior pista de decolagem e pouso da América Latina-5 mil metros de asfalto cercados de monitores e sensores eletrônicos.


Fonte: Poder Aéreo 

terça-feira, 30 de abril de 2013

Embraer Confirma Venda de 30 Aviões à United Airlines

A fabricante brasileira de aeronaves Embraer anunciou, nesta segunda-feira (29), que assinou um contrato com a United Airlines para a venda de 30 jatos Embraer 175. O contrato também prevê opções para mais 40 aviões. Se todas as opções forem exercidas, a operação tem valor estimado de US$ 2,9 bilhões, segundo a empresa.
“Estamos muito satisfeitos com este pedido, pois reforça e amplia a nossa parceria de longa data com a United Airlines, então como Continental Airlines, cliente de lançamento do jato ERJ 145, em 1996”, disse, em nota,  Paulo Cesar Silva, presidente e CEO da Embraer Aviação Comercial.
A primeira entrega, segundo a Embraer, está prevista para o primeiro trimestre de 2014. Os aviões, que serão operados sob a marca United Express, serão configurados com 76 assentos.
Em nota, a United Airlines informou que as aeronaves da Embraer vão substituir alguns dos antigos jatos regionais de 50 assentos da frota da companhia. "Os E175s vão consumir 10% menos combustível por assento e terão menos emissões de CO2 por assento que a aeronave de 50 assentos que vão substituir".
A Embraer deve divulgar, ainda nesta segunda-feira, os resultados da companhia referentes ao primeiro trimestre de 2013.





Fonte: G1

quarta-feira, 17 de abril de 2013

PUSH-BACK Embraer 195 da Azul Linhas Aéreas




PUSH-BACK Realizado pela equipe da VitSolo Base Montes Claros.

 

                                              

Fonte: Diu Santos 

terça-feira, 16 de abril de 2013

FLYNONSTOP Recebe o Primeiro Jato Embraer 190


A companhia aérea da Noruega com sede em Kristiansand recebeu esta semana o primeiro jato Embraer 190. A aeronave, arrendada de terceiros, será utilizada para lançar rotas sem escalas entre Kristiansand e as principais cidades da Europa Central e do Sul. O avião da FLYNONSTOP está configurado com 100 assentos em classe única. A empresa fundada em 2011 tem por objetivo atender à demanda no mercado regional do Sul do país. A empresa disponibilizará, a partir de abril de 2013, voos diretos sem escalas a partir de base em Kristiansand para as principais cidades da Europa.


Fonte: Revista Flap